Context engineering: a habilidade invisível que separa os agentes bons dos medíocres
Imagine que você contrata um consultor brilhante. Tem dois doutorados, fala sete idiomas, e resolve problemas que você nem sabia que tinha. Você o senta numa sala e diz: “preciso que você refatore a autenticação do projeto”. O consultor te olha, concorda, e pergunta: “Que projeto?” Você não deu acesso ao código. Não explicou a arquitetura. Ele não sabe se vocês usam tokens JWT ou cookies de sessão. Não sabe que linguagem vocês usam, nem quantos microsserviços há, nem por que a última tentativa de migração acabou em desastre. ...